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quarta-feira, 29 de outubro de 2014

domingo, 3 de novembro de 2013

Capricciosa


Além das pizzas da Pizzeria Casanova, que têm um lugar cativo no meu coração e no meu crescimento lateral, faltava falar das famosas pizzas da Pizzeria Capricciosa. Fui há uns tempos à Capricciosa de Carcavelos, num dia de domingo bem solarengo.  


Apesar de no menu - aqui - constarem vários pratos de pasta italiana, o que vale mesmo a pena são as pizzas em forno de lenha. São cheirosinhas, generosas e muito saborosas. Para não variar muito, pedi uma Rústica (abaixo) que leva mozarella, tomate, cogumelos, fiambre e oregãos. É muito semelhante à Toscana que, para além dos ingredientes referidos, leva ainda mozarella di bufala. A nível de sabor, não senti diferença nenhuma, apesar do mozarella di bufala ser mais rico em nutrientes que o mozarella normal.


Outra pizza que provei foi a Pizza alla Bolognese com mozarella, tomate, fiambre, cogumelos, carne picada e oregãos. É muito parecida às anteriores, contudo a carne picada faz mesmo toda a diferença. Não é das que eu mais gosto, mas é muito boa.


E, de todas as que vieram para a mesa, a melhor foi a Pizza 4 Formaggi (abaixo). O aspecto é péssimo, o cheiro é intenso, mas é d-e-l-i-c-i-o-s-a! Leva quejio mozarella, gorgonzola, fontina, gruyère e tomate. É mesmo saborosa, e, por incrível que pareça, o sabor a queijo é muito mais suave do que estava à espera. Mamma mia


Por fim, a nível de ambiente, o restaurante é muito amplo, com vista para o mar e com uma decoração muito refrescante em tons de branco e vermelho, o que acaba por ser bastante acolhedor. 



 (Estas e outras imagens aqui)

Existem ainda outras Capricciosas como no Parque das Nações ou no Rossio, mas esta é uma boa escolha para quem quer provar boas pizzas em forno de lenha, pertinho da praia e com uma linda vista para o mar. Fica assim a sugestão.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Marginalíssimo


E hoje é altura de vir partilhar outro restaurante onde gosto bastante de ir jantar. Tem as melhores batatas fritas que já comi até hoje. Chama-se Marginalíssimo e está situado em Paço de Arcos, no Concelho de Oeiras. Apesar de estar mesmo virado para a Avenida Marginal, é um restaurante bastante difícil de encontrar. Não possui nenhuma identificação e consiste naquilo a que chamo de "típica casa portuguesa", com a tão famosa loiça Bordalo Pinheiro. Quando voltei lá há uns tempos, acabei por tirar só uma fotografia, mas é possível visualizar mais fotos aqui, que foi de onde retirei as que partilho de seguida.





O aspecto do restaurante é mesmo este, um ambiente rústico e bastante acolhedor. Dá sempre a sensação de que estamos em "casa". Por ser de noite, acabei por não tirar fotografias à fachada, mas pode-se dar um olho aqui. "É uma casa portuguesa, com certeza!".

(única foto péssima que tirei)

E agora a comida... Bem, não há muito que enganar. Existem três menus, o Fondue de Vitela, o Fondue de Vitela com Gambas, e o Fondue Brasileiro, que obrigam a ficar horas à mesa a saborear cada garfada. Atiro-me sempre ao Fondue de Vitela. Tanto a bebida como a comida são à descrição. Do menu fazem parte o pãozinho, a manteiga de chouriço, as azeitonas temperadas, uma travessa com as melhores-batatas-fritas-do-mundo, outra travessa com frutas frescas variadas - que vão desde a banana, melão, uvas, pêssego, manga, kiwi passando por laranja e ananás - um prato grande de salada fresca, pratos de carne, bebidas como sangria de vinho branco ou de vinho tinto, entre outras, e para fazer conjunto com as melhores batatas fritas do mundo, nada melhor do que os 6 molhos divinais que vêm para a mesa: molho de alho, de queijo, de caril, de picles, molho cocktail e molho picante. E, no final, estão também incluídos os profiteroles com chocolate derretido que sabem "q'nem ginjas" depois do repasto. 

 (As batatas mereciam ter uma fotografia!)

Fica assim mais uma ideia para uma refeição diferente. É um restaurante com um preço mais elevado relativamente aos restaurantes que já mencionei anteriormente (que vão desde os 7 aos 12 euros sensivelmente). No Marginalíssimo, o preço ronda os 20 euros, pelo que é o sítio ideal para um jantar mais especial e de preferência com mesa reservada junto à janela, para se sentir a brisa e ver o mar. No entanto ninguém se arrepende. É de sair de lá a rebolar tal é o bunker de comida que se trás na barriga.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

The Great American Disaster


Desta vez venho falar do The Great American Disaster, plantado mesmo à beira da praça Marquês de Pombal. É, de facto, um óptimo restaurante e com uma excelente relação preço/qualidade - pode-se fazer download do menu aqui. Já perdi a conta às vezes que fui lá. Antigamente, alternava com os hambúrgueres do Chili's, agora vou alternando com os da Hamburgueria do Bairro.


É um restaurante muito concorrido, no entanto nunca tive de ficar à espera.  O atendimento é cuidado, não tenho qualquer razão de queixa, e o ambiente é muito engraçado. Tem uma decoração americana (e que me esqueci de fotografar), que remete para a febre do Rock n' Roll, para os anos 50 e tem os famosos sofás vermelhos que são do mais confortável que há.

(imagem retirada daqui)

Na hora de comer, costumava pedir um Gentlemen Prefer Onionsrepleto de queijo cheddar e cebola, até que, por conselho de uma amiga, comecei a pedir o Cream Cadillac (abaixo), que é um hambúrguer de vaca, com cogumelos e molho de natas. É uma bela dose, de comer e chorar por mais. 


Neste dia foi ainda pedido um Big Boy (abaixo), que é composto por dois hambúrgueres de vaca, alface, tomate, bacon e queijo cheddar. Vem com batatas fritas, tal como o de cima, mas que foram substituídas por arroz. Além dos hambúrgueres, é costume vir também um molho para as batatas fritas.  


E pronto, este é mesmo um daqueles restaurantes de onde sei que vou sair feliz. Mas agora é que vem a desgraça. Quem vai ao The Great American Disaster, não pode vir embora sem provar a sobremesa com melhor relação preço/qualidade - além da Tentação da Casa servida no Dom Prego - que já provei até hoje, a Chocolate Temptation. 


O bolo de chocolate é delicioso e o gelado à mistura fica divinal. É uma dose que dá bem para dois, apesar de eu não o fazer de tão boa que é. E fica, assim, mais uma sugestão gastronómica, para quem vem a Lisboa e quer comer uns bons hambúrgueres ou até mesmo pizzas, bifes, saladas, batidos, num dos sítios mais bonitos da cidade. 

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Hamburgueria do Bairro


Desde que o Chili's fechou em Telheiras, que se abriu um grande vazio com a partida do compincha Big Mouth Burger Bites... Este desgosto tem sido preenchido pelo Legendary Burger do Hard Rock Cafe (óptimo, mas caro...) e por dois hambúrgueres do The Great American Disaster, o Cream Cadillac e o Gentlemen Prefer Onions (bons, bons, bons, com óptima relação preço/qualidade e ainda melhores se rematados pelo bolo de chocolate com gelado), até que agora, finalmente, foi altura dos hambúrgueres da Hamburgueria do Bairro virem ajudar no processo de recuperação. A curiosidade já era mais que muita, até que surgiu a oportunidade de ir, pela primeira vez, à hamburgueria do Príncipe Real.


É um espaço muito agradável e clean, preenchido por cadeiras e mesas altas, onde já estão os molhos e os guardanapos. É a típica hamburgueria para ir com os amigos e onde se vai conversando e saboreando o hambúrguer e as batatas à mão. Existe uma enorme variedade e o difícil é escolher. Existem hambúrgueres de vaca, de frango e, ainda, vegetarianos, além de que existem alguns que figuram na página da Hamburgueria do Bairro do Facebook, e que não aparecem na ardósia.


Eu pedi um Piu-Piu (acima), que é um hambúrguer de frango com cogumelos, queijo Brie, alface, tomate, e molho de mostarda com mel. À parte, pedi ainda um ovinho estrelado para molhar as batatas fritas caseiras, que são óptimas, e vêm com um toque de oregãos. Não dá para resistir a queijo Brie derretido, muito menos com cogumelos pelo meio... Fez logo com que quisesse empaturrar-me de "Pi-piús" a vida toda.

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Além do Piu-piu foram pedidos ainda o Duplex (na imagem), que é um hambúrguer duplo de vaca com alface, tomate e queijo Cheddar, e o Caco (que me esqueci de fotografar), que é também de vaca mas com pão do caco, queijo Brie, rúcula, tomate frito e manteiga de alho (quase um "pi-piú").


Por fim, e para o estômago guloso, completou-se a felicidade com uma deliciosa panacota de frutos silvestres. Assim, não podia deixar de vir partilhar a experiência. Fica a sugestão para quem quer comer uns deliciosos hambúrgueres e bastante em conta, algures pela cidade de Lisboa. E agora venham os "pi-piús" da Hamburgueria do Bairro do Restelo e de São Bento...

sábado, 8 de junho de 2013

Pizzeria Casanova


E a saga em busca das melhores pizzas de massa fina continuou e, a título de desafio, fui à Pizzeria Casanova, situada em Santa Apolónia, para provar algumas das "melhores pizzas de massa fina em Lisboa". Apesar de ser um sítio bastante conhecido, nunca tinha lá ido. Dei a mão à palmatória mal entrei no restaurante. É um espaço muito diferente, em que a cozinha está à vista de todos (aliás, mal entramos, temos de a atravessar para chegar às mesas de refeição) e onde conseguimos observar a confeção das perdições redondas do outro lado do vidro.



As pizzas, feitas em forno a lenha, são de comer (babar) e chorar por mais... Valem a pena os minutos na fila de espera. Há inúmeras à escolha e, para além disso, existem ainda entradas e outros pratos de verdadeira pasta italianaque deixam os olhos a brilhar à medida que se vai lendo o menu. 


Eu pedi a pizza da primeira imagem e um belo chá gelado. Neste espaço original, chamamos o empregado acendendo uma lâmpada e a água pode ser natural em vez da típica água engarrafada. Para quem não quer ficar no interior, o restaurante tem uma bonita esplanada com vista para o rio, que convida a passar lá uns bons serões de Verão. Fica assim a sugestão.  

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Centro de Recuperação do Lobo Ibérico


Recentemente tive oportunidade de estar no Centro de Recuperação do Lobo Ibérico (CRLI) que é gerido pelo Grupo Lobo, uma organização não governamental de ambiente, sem fins lucrativos, que promove a investigação, conservação e educação ambiental sobre o lobo em Portugal, cujas populações, infelizmente, se apresentam com o estatuto de "Em Perigo de Extinção", segundo o Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal.




















O CRLI, não sendo um zoológico, é um santuário, que foi fundado em 1987 com o intuito de facultar um ambiente em cativeiro para lobos que não possam viver em liberdade (provenientes de armadilhas, cativeiro ilegal, parques zoológicos, vítimas de maus tratos ou que ali nascem e que permitem a existência de um pool genético), promovendo também a realização de estudos em comportamento animal e a mudança de mentalidades, que é tão essencial para a conservação desta sub-espécie. O CRLI está situado no Gradil e ocupa um terreno com um total de 17 hectares, onde existem 10 cercados. É um espaço bastante agradável, com uma vista linda sobre o vale e onde é possível estabelecer um contacto directo com a natureza e observar os lobos, num ambiente idêntico ao seu habitat natural. 


Gostei bastante de lá estar e fica assim a sugestão de um passeio diferente, para dias solarengos que (esperemos!) comecem a dar o "ar de sua graça". Para quem gostaria de visitar o CRLI, os horários e condições podem ser consultados aqui, assim como o programa de voluntariado, que é sempre tão importante e que proporciona experiências verdadeiramente enriquecedoras.  


Existe ainda uma loja no CRLI onde é possível comprar recordações muito mimosas. Esta loja está também presente no facebook do Grupo Lobo e as encomendas podem ser efectuadas através do e-mail crloboiberico@fc.ul.pt. Como não conta com apoio estatal, a manutenção do CRLI é feita apenas com os recursos obtidos através destes produtos da lojinha, das visitas, dos donativos, do programa de voluntariado e de adopções. Por estar em risco de fechar, recentemente o Grupo Lobo lançou a campanha "Não Deixe os Lobos Sem Abrigo", que pode ser consultada aqui, que já permitiu angariar quase 60% do valor necessário para a compra do terreno onde está situado o CRLI. No entanto, há ainda um longo caminho a percorrer até estar assegurado de que estes lobos não ficam sem lar.

domingo, 19 de maio de 2013

"Cada chávena de chá representa uma viagem imaginária"

Chá da Barra Villa


Há uns tempos, uma grande amiga levou-me a lanchar num sítio diferente, onde não fui tentada a pedir o típico palmier simples/napolitana mista com um chá de saqueta ou leite com chocolate. Se há pessoas viciadas em café, eu sou uma completa amante de chá e, por isso, fui feliz num sítio acolhedor chamado Chá da Barra Villa, no Centro Cultural Palácio do Egito, em Oeiras, que tem uma decoração interior baseada no azulejo tradicional português e onde nos sentamos naquilo a que eu chamo de "típica mesa portuguesa", com a toalha de pano branco estendida e onde só apetece comer, conversar e sorrir.



Veio para a mesa o lanche do Chá da Barra, que consiste em dois scones, que vieram bem quentinhos e aconchegados num paninho, tal como eu gosto, com doce e manteiga, chá aromatizado, ou outras infusões, e uma fatia de bolo. Os chás são extremamente saborosos e têm nomes bastante apelativos, como Apanhador de Sonhos, África Minha ou Paraíso Exótico. No que toca a bolos, são caseiros e existe uma panóplia à escolha, desde: Bolo de Chocolate com Leite Condensado ou Bolo de Chocolate com Natas e Fruta; Cheesecake; Bolo de Crepes com Chocolate, Natas e Praliné; Bolo de Côco; Bolo de Bolacha com Creme de Manteiga; Bolo de Maçã e Côco ou Bolo de Maçã e Canela; entre outras perdições gastronómicas. Além disto, é também possível a pessoa perder-se em tostas, torradas em pão saloio, crepes, gelados, salgados, sumos de fruta natural, bolachas, bolinhos e por aí fora. Aconselho vivamente!

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Pasta Caffé


E é aqui que estão as melhores pizzas de massa fina que comi ultimamente. 



buffet tem uma panóplia de petiscos muito simpáticos, algumas massas, várias saladas e, claro, as pizzas, que são bastante saborosas e não têm tanto "pãodulho" para encher a barriga. Fica a sugestão.